Da conectividade à emoção: o papel da tecnologia no futebol
Artigo de opinião de Luiza Galindo, Diretora de Marca e Comunicação MEO
O futebol vive-se no estádio, em casa, no telemóvel e nas plataformas digitais. A experiência começa antes do apito inicial e prolonga-se muito depois do final do jogo. Entre o que acontece no relvado e aquilo que chega aos adeptos existe uma infraestrutura tecnológica que permite transmitir, distribuir, analisar e partilhar o futebol em diferentes formatos e geografias.
É essa dimensão que ajuda a explicar a evolução da relação da MEO com a Federação Portuguesa de Futebol. O que começou com uma associação da marca às suas competições e iniciativas transformou-se, ao longo de mais de duas décadas, numa relação de proximidade com a Seleção Nacional e com os portugueses. Hoje, essa experiência estende-se a um papel diferente: o de parceiro tecnológico de um evento que reúne quem está a pensar o futuro da indústria.
É esse percurso que nos traz agora ao Portugal Football Summit, não como patrocinadores de uma equipa, mas como um parceiro tecnológico fiável, seguro e inovador, capaz de responder a um evento que pensa o futuro de toda uma indústria.
O futebol de hoje ultrapassa em muito o que acontece durante os noventa minutos de jogo. Vive-se nas redes que o transmitem, nas plataformas que o distribuem, nos dados em que se baseiam aqueles que o analisam e nas experiências que os adeptos constroem em cada fase de uma competição, desde o aquecimento ao que está para lá do apito final.
Da mesma forma, um evento com a ambição do Portugal Football Summit, que reúne líderes, clubes, federações, atletas e startups de todo o mundo, já não se afigura exequível sem a espinha dorsal de uma infraestrutura tecnológica robusta.
Na MEO, sabemos bem que a conectividade tem de suportar picos de utilização, que a transmissão de conteúdos tem de ser consistente e que as ativações digitais precisam de funcionar em tempo real. Também a segurança de dados não pode ser tratada como uma questão secundária.
É aqui que a tecnologia deixa de ser apenas um suporte operacional e passa a ser parte da proposta de valor do futebol. Uma rede mais capaz permite criar experiências mais ricas para os adeptos, distribuir conteúdos de forma mais eficiente e dar às organizações e dirigentes maior flexibilidade para responder às novas exigências. Não se trata apenas de garantir que o jogo chega ao público, mas de ampliar a forma como pode ser vivido, acompanhado e partilhado.
O Portugal Football Summit é uma oportunidade para mostrar como a tecnologia e o entretenimento se complementam. É essa visão que está por trás da nossa oferta de conteúdos desportivos e das experiências digitais que desenvolvemos para os adeptos, como aconteceu, por exemplo, durante o Mundial de 2026, com o espaço criado em parceria com a Federação Portuguesa de Futebol, na Praça do Comércio, em Lisboa, onde os adeptos podiam acompanhar os jogos durante a competição.
Mas há uma segunda razão, talvez mais importante, para estarmos aqui, que não se esgota naquilo que a MEO já faz. Para uma marca com o nosso historial no setor, eventos como o Portugal Football Summit são também uma oportunidade para ouvir quem está a repensar e a transformar o futebol: federações, clubes, empresas tecnológicas e criadores de conteúdo. É nesse contacto que se identificam necessidades, se testam perspetivas e se constroem relações que podem dar origem a novas soluções.
O futuro do futebol será determinado pelo talento em campo, pela capacidade de gestão e pelas decisões estratégicas de quem lidera a indústria. Mas será também influenciado pela qualidade das infraestruturas que sustentam tudo o que acontece à volta do jogo.
É nessa rede, muitas vezes invisível, que queremos continuar a participar, queremos estar onde o futebol acontece, num estádio, num café, na rua, numa sala de estar ou numa conversa sobre o futuro da indústria. Porque as redes e a infraestrutura evoluíram, mas na MEO continuamos a acreditar, como sempre, que a vida, e o futebol, são melhores quando estamos presentes.